É uma vergonha o que se está a passar no país em termos de segurança, ou melhor, pela falta dela.
A única solução é colocar os militares nas saídas de determinados bairros a vasculhar tudo o que entra e sai.
A solução não é inédita, em itália está a acontecer isso mesmo:
http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?headline=98&visual=25&article=357588&tema=31
Talvez quando o primeiro-ministro ou outro "artista" do grupo for vítima de carjacking, homejacking, ou outro tipo de assalto, este tome consciência da gravidade da situação no pais.
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Nélson Évora de Ouro
terça-feira, 12 de agosto de 2008
Abertura em grande - Pequim 2008
Também fui um dos que ficaram especados a olhar para a televisão na sessão de abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim. A minha apreciação era sem dúvida francamente positiva.
Sabendo hoje que afinal grande parte das imagens são pura criação computacional, não posso deixar de repudiar a forma fraudolenta com que nos presentearam. Mais grave, foi ainda a substituição da verdadeira menina cantora, por outra supostamente mais bonita. Esta é a verdadeira faceta dos Chineses, que até nestas situações não se importam minimamente com a forma cruel com que destruíram a auto-estima daquela criança de 7 anos, talvez (ainda) pequena demais para perceber.
A minha homenagem e a maior vitória dos Jogos Olímpicos vai para ela, Yang Peiyi.

Sabendo hoje que afinal grande parte das imagens são pura criação computacional, não posso deixar de repudiar a forma fraudolenta com que nos presentearam. Mais grave, foi ainda a substituição da verdadeira menina cantora, por outra supostamente mais bonita. Esta é a verdadeira faceta dos Chineses, que até nestas situações não se importam minimamente com a forma cruel com que destruíram a auto-estima daquela criança de 7 anos, talvez (ainda) pequena demais para perceber.
A minha homenagem e a maior vitória dos Jogos Olímpicos vai para ela, Yang Peiyi.

Para que nunca se cale aquela voz.
"A beleza não se cultiva, aprecia-se, vê-se e sente-se."
Será que o invisuais são incapazes de descobrir a beleza de alguém?
quarta-feira, 9 de julho de 2008
O Banco de Terra

Perdoem-me por voltar à carga neste imbecil, mas de cada vez que abre a boca, parece que acabou de sair da pocilga de Oilantes.
Pela foto, deve estar a contar o número de Jovens que vão trabalhar a terra. É que provavelmente até os dedos de uma mão chegam...
Numa era fortemente mecanizada, como pode este indivíduo avulssar medidas de combate ao abandono das terras, "dando" a terra aos Jovens? Será que quer voltar aos 21% de população activa na agricultura de 1975, quando nos EUA já era apenas de 4%? Hoje Sr. Ministro, as pessoas querem empregos!
Onde se ganhe bem sem sujar as mãos! E de preferência com horário flexível, para poderem passar algum tempo do dia a empinar umas bijecas.
Trabalhar a terra é uma política puramente eleitoralista, desprovida de qualquer fundamento, em que as verdadeiras reformas na agricultura ficam para trás!
O carácter "aventureiro" da agricultura, associado à falta de empenho em especializar a agricultura nacional em produtos rentáveis, levou ao abandono há muito desta actividade por parte da população.
Criem-se verdadeiros incentivos a essa actividade, e as pessoas potencialmente interessadas aparecerão.
Que tal pensar em Seguros verdadeiros, que cubram prejuízos agrícolas de uma forma eficaz?
O que temos hoje em dia praticamente só funcionam num sentido -> o do pagamento do prémio à seguradora!
Fomentar uma política agrícola que permita o emparcelamento do minifúndio das Beiras e do Norte com apoio por parte das direcções regionais, para cultivos de espécies autóctones e altamente produtivas?
Implementar sistemas de regadio comunitário, rentabilizando os canais e evitando desperdícios de água.
Apoiar/dinamizar as cooperativas para escoamento de produtos. As que hoje existem apenas servem para vender pesticidas e pouco mais, aos preços da concorrência, sem qualquer benefício directo para o associado.
Apoiar a certificação de produtos regionais, como a certificação de qualidade de produtos oriundos da região (p.e. apoiar estudos que determinem quais as espécies de batata mais adaptadas à região da Bairrada, incentivando a sua cultura e certificação)
Há mais...
Mas, não lhe vou dar ideias, invente-as o Sr. que é para isso que lhe pagamos, estas são minhas e ficam aqui registadas.... se as quiser aproveitar, não se esqueça de referenciar o BLOG, senão acuso-o de plagiar as minha idéias.
O complexo Industrial do Cachão foi em tempos uma boa iniciativa abandonada por falta de orientação. Aprenda-se com os erros e corrija-se enquanto é tempo.
Cavaco Silva em tempos elogiou um empresário estrangeiro que se estabeleceu com fundos comunitários no Alentejo. Findos os quatro anos de produção obrigatória, o projecto faliu, e o empresário, nunca mais ninguém o viu por essas paragens.
Promova-se o que é nosso! Reconheça-se o seu valor!
Leitão de Oilantes, com ou sem ASAE é o melhor da Bairrada, mas terá de ser morto no quintal, pendurado durante duas horas num prego por detrás da porta, e assado no forno aquecido com vides.
domingo, 1 de junho de 2008
Momento Histórico para Oilantes: Liga dos Últimos
Oilantes viveu um dia histórico no passado domingo dia 18-05-2008. A RTP rendeu-se aos encantos desta pequena aldeia e à simpatia dos seus habitantes.
Acabou por ser mais importante e relevante para a comunidade, a realização da procissão da 1ª comunhão.
Para mais tarde recordar:
Oilantes na liga dos últimos (ver no site da RTP enquanto lá está, eu já o guardei!)
A "Fidalguinha" esteve imparável na preparação do cruzeiro, e a "Rua das Gaiteiras" esteve impecável, até os sacos do lixo voavam pelo ar.
Foi pena a fraca assistência no pelado das ferrugens, mas as desculpas foram aceites.
sexta-feira, 30 de maio de 2008
Ministro da Agricultura - vende(dor) na rua
É uma vergonha que o maior partido da oposição se mantenha calado, perante tamanhas falsidades proferidas por este senhor. A sua postura e arrogância ao referir-se aos pescadores earmadores sobre os aumentos sucessívos do combustível é do mais demagógico que existe. Será que os únicos beneficiados pelas melhores condições desta classe serão apenas eles? E os consumidores finais? Ou seja, todos nós? Não beneficiamos pelo facto do pescado chegar aos locais de venda a preços mais baixos? Chega de demagogia sr. ministro. Poupem nas outras coisas, tal como por exemplo nos acessores dos deputados, que para nada mais servem senão para nos "chupar" mais uns euros, que por sinal, não devem ser nada parcos.
O País está farto destes políticos, que nos deviam governar, mas que só se governam a eles. Este, deve perceber tanto de Agricultura como o João Jardim percebe de passeios na Lua, ou seja, no mundo virtual a que se habituaram, por falta de oposição credível, justa e verdadeiramente democrática.
GALP - Novas Formas de Actuar
Subscrever:
Mensagens (Atom)
